Alterações na região central são experimentais, segundo a Prefeitura, e valem das 10h às 15h. Expectativa é testá-las também em horário de pico na próxima semana.

A Secretaria de Transportes de Itaquaquecetuba está testando mudanças no trânsito do município. O objetivo é, segundo a Prefeitura, melhorar a mobilidade da região central. Inicialmente, as alterações são em caráter experimental e ocorrerão das 10h às 15h (veja abaixo o que muda).

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A expectativa da administração municipal é tornar o trânsito mais ágil, eliminar o tráfego pesado em horários de pico e reduzir o número de acidentes. De acordo com o secretário de transportes, Rogério Tarenco, na próxima semana as mudanças devem ser testadas em horário de pico.

“O trânsito muda de acordo com o horário. Visando não impactar o motorista e o munícipe que passa nessa região. A gente, a princípio, adotou o horário das 10h às 15h. Posteriormente, já com os estudos em mão nesse horário, a gente vai implantar no horário do ‘rush’ [de pico]”.

Veja o que muda

  • Inversão da mão de direção da Rua Itajubá;
  • Proibição de cruzamento sentido Centro, na Rotatória Eugênio Deliberato, para o motorista que vem da Avenida Ítalo Adami;
  • Permissão da conversão à esquerda no cruzamento da Avenida Emancipação com a Avenida Presidente Tancredo de Almeida Neves;
  • Permissão de mão dupla na Rua Duque de Caxias, se tornando uma alternativa para quem quer acessar a Avenida Altinópolis e Estrada de Santa Isabel;
  • O viaduto que faz a interseção da Avenida Emancipação com a Avenida João Barbosa de Moraes passará a ter mão única.

Segundo o secretário, a Estrada de Santa Isabel e a Avenida Mário Covas são as que registram o maior número de acidentes, porque são vias de alta velocidade. Com as mudanças, a Prefeitura espera manter os estudos que, inclusive, poderão ser levados para outras regiões da cidade.


“De acordo com os estudos que a gente está fazendo, como a gente adotou esse horário alternativo, a gente vai errar menos. Se a gente faz essa mudança no horário de pico, até a adoção, a gente começa, muda o tempo de sinal, muda o temporizador para melhorar o fluxo”, diz o secretário.

“São estudos técnicos realizados. Você pode ver que tem engenheiro de trânsito medindo o número de tráfego, onde tem o maior gargalo, onde ter maior fila de veículos, para que a gente possibilite, realmente, a maior mobilidade para a população”, conclui.

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